O gênero surgiu no século XIX e ganhou destaque principalmente com as dramaturgias de Artur Azevedo.
No teatro de revista, a questão visual e o acompanhamento musical tinham grande importância, uma vez que mantinham o clima alegre dos espetáculos e ajudavam a enfatizar a crítica feita à hipocrisia social. Um dos mais tradicionais espetáculos do teatro de revista era apresentado no início de cada ano, quando uma série de cenas curtas parodiavam fatos reais do ano anterior.
Derivado do modelo francês, o teatro de revista brasileiro atingiu sua fase áurea entre as décadas de 1920 e 1950, quando se destacaram a Companhia Nacional de Revistas e Burletas, de Pascoal Segreto, e as produções de Walter Pinto, que traziam frequentemente no elenco as atrizes Dercy Gonçalves e Vinginia Lane.
Editoras: Débora Nz. Ribeiro e Rayssa Gomes
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